
A razão pela qual não temos motores de antimatéria, apesar de suas tremendas capacidades, é o custo, não a tecnologia.
Por uma vida mais consciente
A razão pela qual não temos motores de antimatéria, apesar de suas tremendas capacidades, é o custo, não a tecnologia.
Cientistas espanhóis desenvolveram uma bateria que utiliza hemoglobina para catalisar as reações eletroquímicas que geram eletricidade, alimentando-a por cerca de 20 a 30 dias.
Uma equipe de cientistas e engenheiros, próximo à cidade de Oxford, na Inglaterra, alcançou um novo marco na obtenção de energia limpa através da fusão nuclear.
O cristal de tempo contínuo observado neste experimento é resultado de uma complexa interação entre elétrons e núcleos em um material especialmente projetado.
Embora as mudanças nos polos solares ocorram periodicamente, essa próxima ocorrência desperta preocupações entre os especialistas, especialmente devido ao iminente máximo solar.
A descoberta de uma substância inovadora com potencial para transformar as baterias foi realizada por meio da inteligência artificial (IA) e supercomputadores.
Além de embelezar interiores como planta de vaso, a babosa é capaz de armazenar energia de forma semelhante a uma bateria.
A ideia dos painéis solares já chamava a atenção da imprensa em 1909, quando a revista americana Modern Electrics destacava que “em dois dias de sol… [o aparelho] armazenaria energia elétrica suficiente para iluminar uma casa comum por uma semana.”
A questão do quinto estado da matéria permanece um tópico de considerável debate na comunidade científica, mas, segundo alguns acadêmicos, o condensado de Bose-Einstein se destaca como uma possibilidade.
Japão deu início ao despejo das águas residuais da central nuclear de Fukushima no Oceano Pacífico, e a China impôs uma retaliação direta.