
Durante o mês de março, os observadores do céu noturno poderão testemunhar a passagem do cometa C/2021 S3 (PANSTARRS), diversas conjunções entre astros, e até um eclipse penumbral da Lua.
Por uma vida mais consciente
Durante o mês de março, os observadores do céu noturno poderão testemunhar a passagem do cometa C/2021 S3 (PANSTARRS), diversas conjunções entre astros, e até um eclipse penumbral da Lua.
Não muito tempo atrás, cientistas detectaram uma formação maciça em forma de onda, que se estendia por aproximadamente 9.000 anos-luz ao longo de um braço espiral da Via Láctea, situada a cerca de 500 anos-luz do Sistema Solar em seu ponto mais próximo.
Pesquisas subsequentes reforçaram a ideia de que a matéria escura está amplamente espalhada pelo universo, sendo seis vezes mais prevalente do que a matéria comum, que constitui elementos como estrelas e seres humanos.
A razão pela qual não temos motores de antimatéria, apesar de suas tremendas capacidades, é o custo, não a tecnologia.
Esses pedaços de satélite poderiam pousar em quase qualquer lugar do mundo — mas, com a maior parte da superfície terrestre coberta pelo oceano, já se sabia que os detritos provavelmente seriam perdidos no mar.
Nesta quinta-feira, a missão IM-1, com o módulo de pouso “Odysseus” marcou o retorno da presença americana na lua após mais de meio século.
Um estudo publicado na revista Nature Astronomy revela um buraco negro envolto pelo maior e mais brilhante disco de matéria já observado, denominado J0529-4351. Este objeto se destaca como o mais radiante encontrado até o momento.
No dia 8 de abril de 2024, haverá um eclipse solar total. A Lua irá cruzar seu trajeto com o Sol e bloquear totalmente sua visão.
O módulo lunar Odysseus, apelidado de “Odie”, está em uma jornada histórica, buscando realizar o primeiro pouso de uma nave espacial dos EUA na Lua após cinco décadas.
Grão-de-bico cultivado em poeira lunar representa uma alternativa para astronautas em missão espacial na Lua